Na China, iPhone perde liderança para xing-ling | Notícias

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A Apple foi superada no mercado chinês por uma empresa com apenas 1% do seu tamanho. A China Wireless Technologies desbancou o iPhone, que antes figurava como o favorito no país, com seu “xing-ling” Coolpad 8060. O aparelho custa cinco vezes menos que o modelo da Apple, que atualmente aparece somente na sexta colocação entre os aparelhos mais populares da China.

Quarta geração do CoolPad deve aumentar ainda mais vendas da empresa chinesa (Foto: Divulgação) (Foto: Quarta geração do CoolPad deve aumentar ainda mais vendas da empresa chinesa (Foto: Divulgação))CoolPad deixou o iPhone para trás no mercado chinês (Foto: Divulgação)


Vendido por 619 yuan (cerca de US$ 100, ou R$ 200), o “xing-ling” é um sucesso, e reflete a tendência dos mercados emergentes, onde o padrão elevado dos produtos da Apple não condiz com a realidade. Assim, os aparelhos da companhia norte-americana começam a perder espaço para modelos mais modestos. A projeção é que o Coolpad 8060 venda cerca de 28 milhões de unidades no país em 2013, enquanto o iPhone amarga o sexto lugar de vendas no ranking local.


A queda da popularidade da Apple é um sinal muito ruim para a empresa, já que a China é hoje o maior mercado potencial de dispositivos móveis do mundo. Outras multinacionais, como a Samsung, ZTE e Lenovo, também ultrapassaram a gigante de Cupertino, aproveitando a onda dos smartphones simples e baratos.

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Esta, aliás, não é a primeira “derrota” recente da companhia da maçã. No Japão, situação semelhante aconteceu com o iPad, que perdeu o primeiro lugar nas vendas para o Nexus 7, do Google, que custa US$ 130 (cerca de R$ 260) a menos que o iPad mini, que é o tablet mais barato da empresa norte-americana.


No início do mês, boatos davam conta de que a Apple planejava lançar um modelo popular do iPhone voltado justamente para os mercados emergentes, como China, Índia e Brasil. No entanto, a notícia foi desmentida pelo vice-presidente de marketing da companhia, Phil Schiller. De acordo com o executivo, aparelhos baratos “nunca serão o futuro dos produtos da Apple”.


Via Bloomberg

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